Mais de cem milhões de mulheres adultas, crianças e jovens são vítimas de mutilação genital feminina e mais de três milhões estão em risco em cada ano, alerta a Associação para o Planeamento da Família (APF) na data em que se assinala o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres. Ana Alexandra Carvalheira, docente no Instituto Superior de Psicologia Aplicada (ISPA), em Lisboa, e sexóloga relembra ao Ciência Hoje que, para além do perigo em termos físicos que esta prática pode constituir, afecta também a saúde psiocólogica e sexual das mulheres vítimas de excisão genital.
A APF, parceira em Portugal da Euronet-FGM, comemora hoje do Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres lembrando as centenas de milhares de mulheres em todo o mundo vítimas de excisão genital feminina. A celebração desta efeméride surge para que na promoção e defesa os Direitos Humanos e na Eliminação da Violência contra as Mulheres, as crianças e mulheres em risco de mutilação genital feminina "não sejam invisíveis e silenciadas".
A mutilação genital feminina é uma "grave ameaça à saúde de crianças, jovens e mulheres adultas, que inclui danos ao nível da saúde mental, sexual e reprodutiva, reforça a vulnerabilidade ao VIH bem como os riscos obstétricos com consequências fatais", alerta a APF.
Ana Alexandra Carvalheira, enumera também consequências de vária ordem ao nível físico, psíquico e sexual, sublinhando por esse motivo que se trata "de uma vivência muito dura, de uma violência traumática , acompanhada de dor e sofrimento físico". Mesmo respeitando o contexto cultural - uma vez que a excisão genital assume diferentes práticas em diversos grupos étnicos - Ana Carvalheira, afirma que "para a cultura ocidental é inaceitável e ilegal, e nunca benéfica". E assinala: "É uma situação que a criança ou adolescente pode não compreender e por conseguinte, não pode aceitar".
Como sexóloga, Ana Carvalheira diz que "a mutilação genital feminina é um ataque à sexualidade da mulher e o seu direito ao prazer sexual". Explica por essa razão que "o clítoris, pelo facto de ter milhares de terminações nervosas, é um órgão fundamental na resposta sexual e sendo alvo de qualquer tipo de mutilação, irreversivelmente a resposta de excitação sexual da mulher é afectada".
Igualmente ao nível das relações sexuais, o acto "pode ser doloroso, dependendo do tipo de mutilação e das vivências psicológicas de cada mulher". Por fim, Ana Carvalheira alerta para as condições de higiene que devem ser seguidas tal como se de um acto cirúrgico se tratasse: "Seriam necessários técnicos de saúde (cirurgião e anestesista) e material cirúrgico esterilizado, consições só disponíveis em clínicas médicas ou hospitais".
No âmbito do Programa Daphne da Comissão Europeia e da parceria com a Euronet-FGM, a APF defende que a luta contra a mutilação genital feminina também se concentra em iniciativas de aconselhamento junto das várias instituições a nível europeu e internacional, com vista a desenvolverem programas de saúde e quadros legislativos adequados para combater esta problemática que é uma clara violação dos direitos humanos das mulheres e das crianças.
Hoje, a Euronet-FGM num verdadeiro Dia Europeu contra a excisão genital feminina, apresenta em muitos países europeus Planos e Programas de Acção para eliminar a mutilação genital feminina na Europa. Em Portugal desde o final de 2007, está em construção o 1.º Programa de Acção sobre excisão genital feminina, que reúne numerosas entidades oficiais.
(Fonte: Revista Ciência Hoje - Jornalista Luísa Mateus)
Você considera a excisão como uma prática cultural ou como algo que fere os direitos humanos?
Blog destinado à exposição de textos em prosa ou em verso produzidos pelos alunos do Ensino Médio do Colégio Incentivo. O objetivo é postar textos dos mais variados gêneros discursivos utilizando a internet como suporte. Aqui você encontrará a palavra desdobrada em textos argumentativos, narrativas, contos, crônicas, cartas, poesias, reportagens, artigos e entrevistas. Este é um espaço da produção escolar que se lança no virtual afora. Esperamos um comentário de você que nos visita. Boa leitura!
Gabriel Hakin Mendes Georg
ResponderExcluirCom certeza é algo que fere os direitos humanos, porém estamos mexendo com a cultura de um país ou uma região. Não vai ser tão fácil assim combater a excisão genital feminina. Não faz muito tempo lembro de ter visto uma reportagem sobre uma tribo indígena que pegava crianças recém nascidas e as enterrava vivas, com certeza uma prática cultural da tribo, mas também uma horrível ofensa aos direitos humanos.
Marília de Azevedo - 2º ano
ResponderExcluirÉ inaceitável observar-se esse tipo de atitude na atualidade. Ao mesmo tempo que a mulher vem conquistando seu espaço na sociedade, lutando por seus direitos, ainda é vítima da excisão genital em países da África e Ásia. Creio que infelizmente ainda vivemos num mundo machista, já que em muitos empregos homens recebem salários mais elevados do que mulheres num mesmo cargo trabalhista; onde a mulher é vista como uma pessoa fraca, porém ao mesmo tempo sabe-se que elas precisam se "multiplicar" em várias para poderem ter uma vida digna (área familiar, no trabalho, lar). Sabe-se também que raras decisões ou acordos foram firmados há séculos passados e até hoje de uma forma pacífica, sem guerras e sem elevados números de mortes. Por esse motivo é preciso que as mulheres do Brasil e de outros países continuem lutando ou comecem a lutar (mesmo que seja preciso ocorrer mortes) por cada vez mais igualdade social e jurídica. Além da África e Ásia, outros continentes precisam urgentemente mudar algumas de suas tradições e até cultura, pois até que ponto um hábito pode ser mais importante do que o direito e o bem estar humano. Além de sentirem dores quase que insuportáveis, as mulheres que sofrem esse tipo de agressão podem adquirir traumas e sérios problemas psicológicos que as impeçam de possuírem vontade de viver e até mesmo terem uma relação sexual. Para finalizar, insisto na ideia de que essa prática realizada há anos, ainda persiste devido a uma atitude machista, pois nenhum homem é capaz de imaginar e muito menos entender a dor física e psicológica que um corpo feminino sofre no momento da agressão e são eles próprios que realizam essa atitude sem qualquer instrumento esterilizado adequado. Espero ter deixado claro que a meu ver essa atitude fere profundamente os direitos humanos.
Apesar de tratar-de de uma questão muito delicada, eu acredito que nenhum indivíduo é refém de sua própria cultura. Por isso, penso que as práticas culturais podem (e, nesse caso, devem) mudar de dentro para fora e não o contrário. Quando digo isso, refiro-me às interferências externas que pretendem a todo custo impor um modelo de vida. Se há tantas mulheres que sofrem com a mutilação de seus corpos, elas poderiam se rebelar contra o poder machista que tolhe suas liberdades individuais. Porém, só a força conjunta de uma coletividade feminina poderá modificar esse tipo de tradição ao longo do tempo.
ResponderExcluir(Prof. Tiago)
Com certeza as mulheres vem ganhando seu espaço no cenário mundial ao longo dos anos, porém, pode-se notar que a sociedade ainda é extremamente machista. Se as mulheres não brigarem por seus direitos na sociedade, quem irá brigar por elas?
ResponderExcluir"Sem crítica, não há evolução", não existe maneira melhor de brigar pelos seus direitos se não criticando e realmente "lutando" pelos seus ideais.
Gabriel Hakin Mendes Georg
Luis Gustavo Miranda Bittencourt - 3º ano
ResponderExcluirEsse é um fato considerado cruel, uma atrocidade que não pode ser aceita no meio em que vivemos. Mas em algumas outras sociedades, atos de violência e desrespeito com a mulher não tem tanta repercussão, e são até banais.
O ser humano, por natureza, é um animal machista, como a maioria dos mamíferos. A grande maioria das civilizações que foram se formando, tinham a cultura de superioridade masculina. As principais religiões, que perduram até os dias atuais, possuem ideais machistas.
Ao longo de muitos anos, com diversas mudanças e evoluções em diversas áreas, as mulheres adquiriram muitos direitos.
A grande revolução feminina, onde as mulheres têm direitos e oportunidades quase iguais aos dos homens, ocorreu nas sociedades mais liberais, que não seguem ideias religiosas.
Onde a cultura de um povo é totalmente ligada a religião, que prega radicalmente a superioridade masculina, onde há pouca informação e conhecimento, predominam os ideais retrógrados, que tratam a mulher como um ser inferior e submisso. É muito difícil que estas mulheres ajam para mudar este quadro, e mesmo que ocorra algum movimento contra a opressão a que elas são submetidas, a chance de obter êxito é quase nula e ocorrerão diversas represálias.
Os mais diversos casos de violência contra a mulher ocorrem em todos os cantos do planeta, inclusive nos locais onde elas já obtiveram grandes avanços. Este fato é um retrocesso, em um mundo que está em constante evolução e que não pode desperdiçar o potencial das mulheres nesse processo.
Luis Gustavo Miranda Bittencourt - 3º ano
ResponderExcluir"Por esse motivo é preciso que as mulheres do Brasil e de outros países continuem lutando ou comecem a lutar (mesmo que seja preciso ocorrer mortes) por cada vez mais igualdade social e jurídica."
Talvez a cultura mais machista seja a islâmica, onde mulheres não tem liberdade e são totalmente submissas aos seus maridos. Também é um povo conhecido por seguir fielmente o que é pregado em seu livro sagrado, onde os mais radicais são capazes de realizar qualquer represália a quem insulta ou diverge às suas escrituras.
Se for praticado este ideal de "luta até a morte", para tentar mudar os princípios radicais que estão sendo seguidos por mais de um milênio, por um povo completamente intolerante, haverá uma perda muito maior do lado das manifestantes, que muito provavelmente serão dizimadas em uma guerra que deveria ser evitada.
Há muitas formas inteligentes de se protestar e reivindicar algo, e com certeza, essa não é uma delas.
Realmente, a morte não é uma opção muito saudável de luta, pois, se matarmos, é sinal de que concordamos com as mortes que ocorrem em consequência do fanatismo religioso, por exemplo, tão condenada por nós, das sociedades ocidentais.
ResponderExcluirPor isso, eu acredito que uma cultura só pode mudar de forma saudável de dentro para fora, ou seja, com a mudança a partir da atitude crítica de seus próprios representantes.
Ass: Prof. Tiago
Marília de Azevedo - 2º ano
ResponderExcluirEssa prática necessita ter um fim algum dia, e acredito que com luta e persistência, terá. No momento em falo "mesmo que seja preciso ocorrer mortes", afirmo que é preciso lutar de todas as formas, de maneira verbal (incentivando as mulheres a não aceitarem mais essa atitude, mostrando-as que é cruel e desumana e que as futuras gerações femininas não precisam mais passar por isso) e também de forma física. Já que no mundo em que vivemos o ser humano é dificilmente modificado através de palavras, apelam-se as guerras que geram milhares de mortes. “Melhor viver um dia de leão, do que cem anos de cordeiro” é um pensamento do antigo fascista Benito Mussolini que vejo ter ligação ao meu pensamento. Penso que mais vale morrer lutando pelo bem de um país e por um bom futuro de novas gerações do que morrer pela lei natural da vida, pois dessa maneira uma pessoa viveu seguindo ordens e aceitando-as de uma maneira obediente, sem questionamentos e oposições. Com toda a certeza sei que é muito duro acabar com essa prática, mas sei também que não é impossível, já que nada é impossível quando se tem força de vontade e fé em algo.
“O ser humano, por natureza, é um animal machista, como a maioria dos mamíferos”. O ser humano é um animal machista por natureza ou o meio em que ele vive o faz criar essa determinada característica? A sociedade é machista, e isso faz com que o ser humano se torne machista também para poder se enquadrar nas características ideais que se formaram para um homem.
Não vejo outra maneira de finalizar essa prática com a ausência de mortes, pois até Gandhi que lutou pela independência da Índia não foi um líder totalmente pacifista como nos é mostrado em livros e outras fontes de pesquisa. É claro que existem opiniões distintas e devemos respeitá-las para convivermos em harmonia, porém cada um de nós possui o direito de defender seus ideais.
A resposta para a pergunta no final do texto é: depende em qual lado você se encontra! Lógico que para quem pratica é cultural, mas acredito que 100% das pessoas que estão aqui consideram inaceitável essa prática.
ResponderExcluirÉ dificil falar sobre um determinado assunto sem viver esse assunto. Por exemplo (eu sei que vou um pouco longe com essa comparação), mas vamos trazer pra nossa realidade, e mudar a pergunta: quem aqui defende a farra do boi como cultura? Sou totalmente contra a farra do boi, mas vai em ganchos falar que eles não podem fazer aquilo com animais pra ver o que acontece, e falo mais, aposto que um monte de gente que leu o post acima frequenta eventos onde é praticado a farra. Mas a questão não é essa, a questão é a excisão genital feminina, e como prega a D. U. dos Direitos Humanos:
Artigo V. Ninguém será submetido a tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.
Artigo VI. Todo homem tem o direito de ser em todos os lugares, reconhecido como pessoa perante a lei.
E mais:
A Carta Africana declara que a pessoa humana é inviolável. Diz que todo ser humano tem direito a que a integridade física e moral de sua pessoa seja respeitada.
(fragmento retirado de http://www.dhnet.org.br)
Sou totalmente contra essa prática, e totalmente contra qualquer cultura que fere de alguma maneira o direito de vida regular de qualquer ser.
Mas tbm é complicado falar de direitos humanos quando mais de 10 mil crianças morrem de fome todos os dias no mundo, mais de 1,5 bilhões de pessoas não tem água potável... o casamento infantil ainda acontece na índia, e etc, etc, etc.
Bem legal o blog, vou continuar visitando.
Gabriel do Nascimento.
twitter.com/gasnascimento
@gasnascimento
Luis Gustavo Miranda Bittencourt - 3º ano
ResponderExcluirDesde os primeiros hominídeos, há milhões de anos atrás, o gênero Homo tem, por natureza, características machistas.
Mesmo antes de se desenvolverem a fala, a escrita e as primeiras civilizações, que deram origem a sociedade atual, a figura masculina sempre teve o papel de liderança dos grupos sociais aos quais fazia parte.
O meio em que o ser humano vive, não o fez criar essa determinada característica. Isto é algo que ocorre há milhões de anos. E sim, o meio em que ele vive, sofreu influência da natureza humana, que vem sendo modificado por ideias muito recentes, de igualdade entre homens e mulheres.
Olá, a questão não é se é machismo ou não, a questão é se a cultura fere os direitos humanos, acho que essa discussão filosófica de que se é o homem que modifica o meio ou o meio que modifica o homem é um tanto quanto enfadonha e nem os grandes filósofos e pensadores em toda a história conseguiram explicar por completo, e tbm não existe nada que está tão certo ou tão errado a ponto que não possa ou precise sofrer alguma alteração. Seja do interior para o exterior ou vice-versa.
ResponderExcluirAgora se querem entrar nessa questão devem estudar os dois lados da moeda lendo as obras de Darwin, Comte, Kafka..... Pq senão vão acabar falando "besteira".
Gabriel
Este tipo de ação é uma crueldade, pois cada pessoa tem poder sobre o seu corpo e não é por causa de uma religião ou cultura que vão acabar com a saúde das mulheres pois este ato prejudica até a saúde psicológica da mulher.
ResponderExcluirE a questão é que a sociedade é muito machista sim!
Desde o começo a mulher sempre teve que lutar para ter um lugar na sociedade,mas mesmo assim ela ainda é vista como frágil, porém os homens não conseguem fazer tantas tarefas como as mulheres que tem que cuidar da casa, muitas trabalham e ainda por cima têm que criar os filhos. Então este ato fere os direitos da mulher profundamente e ainda acaba causadando a ela dores terríveis.
Beatriz Dias Oliveira 3ºano
Pessoal,
ResponderExcluirConcordo que vivemos numa cultura machista sim, mas não podemos situar essa prática como se fosse própria da espécie humana. Nós somos acostumados a pensar que tudo que é próprio da nossa cultura é normal e o que é diferente dela é anormal.
Muitas sociedades hoje estão moldadas a partir da figura do homem, do pai, do chefe do sexo masculino, que imprime regras de conduta a todos os outros membros. Isso causa muitos questionamentos, tendo em vista que o poder masculino está ligado atualmente à geração de capital, bens e serviços.
É justificável, por exemplo, um homem que ocupa a mesma função e tem o mesmo grau de escolaridade de uma mulher, ter um salário mais alto que a representante feminina do seu cargo?
Sobre a questão dos tais "direitos humanos", tão pregados pelos Estados Unidos, em nome da justiça, da liberdade, da democracia e blá blá blá, eu penso que há muitas contradições. Ao mesmo tempo em que o governo americano interfere nas práticas culturais (como a excisão) em nome dos "direitos humanos", ele
envia centenas de soldados para morrer no Oriente Médio, numa guerra que é justificada pela "luta contra o terrorismo".
Cabem muitas aspas nesse comentário, mas eu me limito às que foram colocadas. A questão da excisão genital realmente é muito chocante para a nossa sociedade, mas eu questiono o discurso do Ocidente como sendo o discurso do civilizado contra as ações dos selvagens que praticam, em pleno século XXI, mutilações em suas mulheres.
Se pensarmos que as mulheres que sofrem a excisão genital precisam de ser salvas de sua própria cultura, estaremos repetindo o mesmo ato de COLONIZAÇÃO a que nós, brasileiros, fomos submetidos em 1500. Lembram-se de que a justificativa para a colonização era a de atravessar o Atlântico para "salvar" os gentios?
Ass: Prof. Tiago
Luayra de Sá-2°ano
ResponderExcluirUma atitude dessa,hoje em dia,em que a mulher vem conquistando seu espaço na sociedade é inadmissível.Mesmo sendo a cultura deles,é uma tradição de modos errados,que além de causar dores e problemas físicos,muitas meninas passam por danos psicológicos.
As próprias mulheres que passam por isso,deve-se rebelar,mostrar que não é inferior e lutar pelos seus direitos.Nenhum hábito cultural pode chegar ao ponto de prejudicar a saúde e o bem estar de um ser humano,seja ele do sexo feminino ou masculino.
"Nenhum hábito cultural pode chegar ao ponto de prejudicar a saúde e o bem estar de um ser humano,seja ele do sexo feminino ou masculino."
ResponderExcluirEsse é um excelente argumento que justifica a sua posição de ir contra a prática da excisão.
Prof. Tiago.
"Sou totalmente contra essa prática, e totalmente contra qualquer cultura que fere de alguma maneira o direito de vida regular de qualquer ser."
ResponderExcluir"Nenhum hábito cultural pode chegar ao ponto de prejudicar a saúde e o bem estar de um ser humano,seja ele do sexo feminino ou masculino."
Chegamos num ponto em comum...
Gabriel do Nascimento.
Penso que, todo ato ao ferir o direito de escolha sobre nosso próprio corpo, no que se refere ao bem estar fisico e psiquico, deve ser refletido, mesmo que esbarre em barreiras culturais, principalmente quando há crianças envolvidas. As consequências desta prática é devastadora na vida dessas pessoas e o combate depende da elevação do nível de consciência de quem sofre e agride.
ResponderExcluirFernanda - São Paulo