Ao falarmos dos países africanos, logo nos vem em mente a pobreza, a escravidão (a qual é um grande fator histórico), a sua culinária, suas danças, seus rituais, o racismo e a religião. Todos esses itens fazem parte da longa história africana. A escravidão, por exemplo, não é um fato do passado e nem apenas de qualquer outra época da História. É uma “praga” que ainda persiste. Os escravos de hoje, geralmente são crianças e mulheres. Nos países africanos a escravidão, apesar de a porcentagem ter baixado, ainda continua. Eles trabalham em condições que talvez sejam até piores que as condições suportadas por escravos dos séculos passados. Têm uma história muito dolorosa. A escravidão é obscena. É mais do que roubar mão-de-bra – é roubar uma vida.
Se pensarmos na cultura brasileira, podemos notar que há traços da cultura africana, como a influência africana no samba (os batuques africanos), na escravidão que ainda persiste nas oportunidades desiguais (entre brancos e negros). Com relação ao racismo, fomos ensinados desde criança, a respeitar as diferenças, não sendo racistas e nem preconceituosos. Ensinar aos pequenos é importante, pois a educação faz a diferença.
Então, é importante não olhar a África como a terra da desigualdade, a terra negra (como muitos diziam). Mas, quando olharmos, devemos perceber que merecem detalhes, que sua cultura e política também fazem parte da nossa História, para entendermos que a cultura africana realmente está em nosso dia-a-dia.
Autora: Luayra de Sá Santos, estudante do 1º Ano do Ensino Médio
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