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terça-feira, 22 de setembro de 2009

O valor do verde para uma sociedade capitalista

Desde seu “descobrimento”, o Brasil já impressionava por sua infinitude de riquezas naturais, paisagens cinematográficas, biodiversidade e potencial mineral, que foi o primeiro grande alvo dos roubos e da exploração dos portugueses à Ilha de Vera Cruz. Hoje, não é diferente também, pois estão destruindo a “mãe natureza”. Porém, agora quem está destruindo é o próprio povo brasileiro, já que o dinheiro, para a maioria, é a prioridade.
O Brasil possui um dos maiores e mais belos litorais do mundo, recheado de belíssimas praias, montanhas, florestas, cachoeiras e por isso destino de turistas de todo o mundo. Entretanto, isso tudo pode acabar se a população não assumir o compromisso de defender a natureza e continuar assassinando-a aos poucos. É preciso pensar de forma sustentável, esquecer um pouco do presente, deixar a ambição de lado e pensar no futuro, para que a natureza esteja viva.
As pessoas, em sua maioria, são muito egoístas, pois pensam apenas em si e se esquecem do futuro e da natureza. As ideias sustentáveis abominam tais posicionamentos, porque pensar de modo sustentável é refletir nas consequências, é enxergar a longo prazo. Portanto, há o conflito Capitalismo versus Sustentabilidade, porque os pensamentos capitalistas, quase sempre gananciosos, atropelam a sustentabilidade, que coloca a natureza em primeiro plano.
A tecnologia evolui demais, contudo, pouco dessa evolução é em prol da natureza. Dessa forma, é necessário o investimento em, por exemplo, novas fontes de energia que não agridam drasticamente o meio-ambiente. A exploração sempre vai existir, mas as agressões têm que acabar. Não se pode excluir a natureza da sociedade, e o ser humano faz parte dele e é inteiramente dependente.
As belezas naturais brasileiras seriam muito mais esplêndidas se o alicerce da sociedade fosse a sustentabilidade, ou seja, se houvesse o cuidado com a natureza, a preservação, a recuperação e a presença de um pensamento que a priorize. É necessário ter a natureza “em pé”. Afinal, sem Ela, o ser humano não é nada!

Autor: Filemon S. de Andrade, estudante do 2º Ano do Ensino Médio

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